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In Mozambique, with the support of the Spotlight Initiative, thousands of women and girls now have access to Mobile Clinics and Care Centres with integrated services (health, justice, social services, among others) available for survivors of gender-based violence. This multisectoral response is also reaching women living in the most isolated parts of the country. These efforts seek to ensure that no woman is left behind.

In "Leave No One Behind", a two-part documentary, we learn about the impact that services provided by Care Centers and Mobile Clinics have on the health and lives of Mozambican women and girls, through the voice of those who provide and receive these services.

PART 1 - RESCUE: The mobile clinics reaching Mozambique’s most isolated survivors of gender-based violence. In "Rescue", hit the road with the dedicated women and men who travel the country providing life-giving care.

 

 

PART 2 - SURVIVE: Breaking the cycle of violence against women and girls in Mozambique. In "Survive", listen to Josefina and Ivone's stories, two of the thousands of women living in remote parts of Mozambique who received life-saving care from Spotlight Initiative. 

 

The Spotlight Initiative is a global initiative of the United Nations which has received generous support from the European Union. In Mozambique, the Initiative is led by the Ministry of Gender, Children and Social Action (MGCAS) and implemented in partnership with the United Nations and some 20 Civil Society Organizations. Government institutions in the social welfare, health, justice and police sectors are the Spotlight Initiative backbone. Together, these institutions guarantee access to improved GBV response, counselling and sexual and reproductive rights services to over one million women.

Language: 
Portuguese, International
Title: 
Documentário "Não Deixar Ninguém para Trás": levar serviços de saúde e cuidados a comunidades isoladas em Moçambique
Body: 

Em Moçambique, com o apoio da Iniciativa Spotlight, milhares de mulheres e raparigas têm agora acesso a clínicas móveis e Centros de Assistência com serviços integrados (saúde, justiça, serviços sociais, entre outros) disponíveis para as sobreviventes de violência baseada no género. Esta resposta multisectorial está também a chegar às mulheres que vivem em áreas mais isoladas no país. Estes esforços procuram assegurar que nenhuma mulher seja deixada para trás.

Em "Não Deixar Ninguém para Trás", um documentário dividido em duas partes, é demonstrado o impacto que os serviços prestados pelos Centros de Assistência Integrada (CAIs) e as clínicas móveis têm na saúde e na vida das mulheres e raparigas moçambicanas, através da voz daqueles que prestam e de quem recebe estes serviços.

PARTE 1 - RESGATAR: Os serviços das clínicas móveis chegam às sobreviventes de Violência Baseada no Género a viverem em áreas isoladas em Moçambique. Em "Sobreviver", faça-se à estrada com as mulheres e homens dedicados que viajam pelo país, prestando cuidados que dão vida.

 

PARTE 2 - SOBREVIVER: Quebrar o ciclo de violência contra mulheres e raparigas em Moçambique. Em "Sobreviver", conheça as histórias de Josefina e Ivone, duas dos milhares de mulheres que vivem em zonas remotas de Moçambique e que receberam cuidados apoio da Iniciativa Spotlight.

 

A Iniciativa Spotlight é uma iniciativa global das Nações Unidas que tem recebido o apoio generoso da União Europeia. Em Moçambique, a Iniciativa é liderada pelo Ministério do Género, Criança e Acção Social (MGCAS) e implementada em parceria com as Nações Unidas e cerca de 20 Organizações da Sociedade Civil. As instituições governamentais nos sectores da saúde, justiça, género, acção social e polícia são a espinha dorsal da Iniciativa Spotlight. Juntas, estas instituições garantem o acesso a uma melhor resposta, aconselhamento e serviços de atendimento à VBG a mais de um milhão de mulheres.

Image caption: 

As sessões de sensibilização são uma parte essencial do trabalho das clínicas móveis, que chegam as comunidades mais isoladas do país. A partir destas sessões, muitas mulheres conhecem os seus direitos e decidem agir contra a violência baseada no género. Foto: UNFPA Moçambique / Mbuto Machili